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Esta fantástica água de colónia Super Dry (que, como pode ler-se na etiqueta, tem a assinatura de Yves Redon) era obséquio do Hotel Lisboa, onde ficámos.
Isto é que é marketing: o Hotel faz a oferta ao cliente, o que não deixa de ser simpático; mas a julgar pelo aspecto da garrafinha que deve estar há uns anos naquela prateleira, ninguém as deve levar. Assim, nunca é preciso renovar o stock, é só limpar o pó e está pronta para o próximo hóspede. Está visto, isto é dinheiro em caixa. Como não hão-de os nuestros hermanos levar-nos a dianteira na economia? |
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